
As coisas com as quais me encanto
me aprisionam e me libertam
me deixam perdida
num canto
me alivia
me inebria
numa bela melodia
quando canto
é o canto dos pássaros
é o canto do quarto
é som
é lugar
é dor
é penar
me encanto,
desencanto
me vejo,
me despeço
E sigo sempre encantada
na cantada do dia
e nos cantos da noite.
(Foto; Marcilene Silva - Performance; o en-canto do vento, 2005)
me aprisionam e me libertam
me deixam perdida
num canto
me alivia
me inebria
numa bela melodia
quando canto
é o canto dos pássaros
é o canto do quarto
é som
é lugar
é dor
é penar
me encanto,
desencanto
me vejo,
me despeço
E sigo sempre encantada
na cantada do dia
e nos cantos da noite.
(Foto; Marcilene Silva - Performance; o en-canto do vento, 2005)
4 comentários:
Encanto é o que nos toca ao ler cada poema. uns falam de tristeza outros de dor, mas todos falam do mundo. Todos trazem um sentido que nem sempre pode ser sentido. E onde buscar um real sentido e matar a própria poesia que viceja e evapora por cada poro. Escrever um poema é gozar, ejacular alegrias em meio a possíveis tristezas. Não sou bom de comentários, mas apenas um leitor e a cada produção me encato no seu canto, escorada em um lindo canto.
eu me encanto por ti todos os dias. Ainda Bem que você vive comigo, porque senão como seria essa vida? sei lá, sei lá!
Esse canto que brota da alma é o mais belo! o mais singelo!! e suave que nem as nuvens tiram a alegria e quando é triste é apenas sopro da brisa matutina que espera o sol se levantar...
como sempre fazendo do belo ainda mais belo!
Nos cantos da noite
O en-canto do encontro
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