segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Anis



No sol da minha poesia

eu queria ser como a primavera,

sentir em tudo

e em todos

que nada existe realmente

além da beleza das flores.

(foto; Juliana Paz)

2 comentários:

Brener Alexandre disse...

A poesia é intermédiario entre o crer e o existir onde o crer não é fé, mas possibilidade que a sensibilidade nos dá de presente e nos lembra que somos vivos em uma morte diária onde o belo é ser efêmero.

Unknown disse...

Esse me deixou sem palavras, mas foi uma ruptura de sentimentos.
Ver vc indo por outros caminhos poeticos é muito bakana.
continue que tá fluindo cada dia mais.
É aprender de fato que podemos fazer poesia de tudo na vida.