Pedi pra pararem o tempo
Ninguém me obedeceu
Nem mesmo o homem
Que parecia seguir tranqüilo
deu-me ouvidos
O relógio segue em disparate
Cronometrando cada segundo
Enquanto minhas células morrem
E meu corpo envelhece
O sino continua fiel
Em suas badaladas
Até quando?
Pergunto-me sem resposta,
continuarei ouvindo aquele som
O deus Chronus não tem piedade
Segue seu trabalho sem intervalo
Enquanto continuo desfalecendo.
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